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Atualizado: 15h40

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28/01/2020

Cai percentual de consumidores inadimplentes que pretendem fazer novas compras a prazo após quitar dívida, apura Boa Vista

Entre quem planeja voltar às compras, maioria espera adquirir a casa própria, de acordo com a pesquisa feita no 2° semestre de 2019

O número de consumidores inadimplentes que pretendem fazer novas compras a prazo após quitarem suas dívidas atrasadas caiu de 18% para 15%, quando se compara o 2º semestre de 2019 com o mesmo período de 2018. A constatação é da Pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente, feita pela Boa Vista, durante os últimos seis meses de 2019. Outros 58% afirmam que não pretendem fazer novas compras a prazo (contra 56% no mesmo período de 2018), enquanto 27% ainda não sabem ao certo (eram 26%).

Dentre os 15% que esperam fazer novas compras, 23% querem comprar a casa própria, e 18% automóvel ou moto. O gráfico a seguir ilustra os números.

Contas que levaram à restrição

Questionados sobre que tipos de produtos ou serviços geraram a restrição, a maioria indicou o pagamento de contas diversas (27%), seguido de empréstimo pessoal (15%) e custos de alimentação (15%). Entre as contas diversas, as despesas com educação foram as mais citadas (34%), seguidas de taxas e tarifas (IPTU, IPVA, condomínio, etc.) (28%) e despesas com saúde (19%). O gráfico e a tabela a seguir ilustram estes números.

Meio de pagamento da conta que gerou restrição

28% dos consumidores afirmam que a restrição aconteceu ao comprarem bens ou contratarem serviços cujo pagamento estava atrelado ao boleto bancário. Depois vêm o cartão de crédito (24%), o cartão de loja (13%), carnê de financiamento/crediário (13%), empréstimo pessoal (10%), cheque-especial (8%) e cheque pré-datado (4%).

Metodologia

Cerca de mil pessoas, em todo o Brasil, responderam à pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente realizada por meio de questionário eletrônico, ao longo do 2º semestre de 2019, pela Boa Vista. Seus objetivos: identificar as reais condições do consumidor em honrar com seus compromissos financeiros; medir o nível de endividamento e o comprometimento da renda com o pagamento das contas. Os resultados consideram 2% de margem de erro e 95% de grau de confiança.

 Texto: Assessoria de Imprensa/Boa Vista SCPC

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